Conselho Regional discute Comunhão e Participação

O investimento na formação de CPP’s (Conselho Pastoral Paroquial) e CAEP’s (Conselho de Assuntos Econômicos Paroquial) é uma das prioridades pastorais assumida pela Região Belém
Publicado em: 15/04/2017 - 00:15
Créditos: Texto e fotos: Peterson Prates

Por uma Igreja de Comunhão e Participação foi o tema da reflexão realizada no último Conselho Regional de Pastoral, no primeiro dia de abril, no Centro Pastoral São José. O conselho reuniu lideranças leigas das pastorais organizadas da região, dos setores pastorais e dos organismos e movimentos, também padres coordenadores dos setores.

Pe. Marcelo Maróstica, coordenador de pastoral da Região Belém, apresentou um breve histórico da evolução da atividade laical na vida da Igreja, passando pela Ação Católica até os documentos da Igreja.

O investimento na formação de CPP’s (Conselho Pastoral Paroquial) e CAEP’s (Conselho de Assuntos Econômicos Paroquial) é uma das prioridades pastorais assumida pela Região Belém, e foi reforçado com o encontro regional. Para dom Luiz, o fortalecimento desses dois conselhos abre portas para protagonismo laical, “do ponto de vista econômico e pastoral”.

A partir da fala do bispo, que diz que “o objetivo é o setor”, as contribuições dos presentes durante a partilha lançaram sugestões de como superar a fragmentação pastoral e preservar a comunhão, em vista de uma pastoral de conjunto.

Dom Luiz reiterou que haverá sempre uma “abertura muito grande” para as discussões pastorais no Conselho Regional de Pastoral. “Sempre haverá um espaço de reflexão”, disse, lembrando “o serviço de doação e de entrega” dos agentes de pastoral.

Para melhor discutir a questão da evangelização e ação pastoral nas grandes cidades, o conselho decidiu se unir no próximo encontro ao grupo arquidiocesano das CEB’s, que vai discutir sobre CEB’s e o Mundo Urbano.

Para o fortalecimento dos setores pastorais, será iniciado um processo de estudo e elaboração do Estatuto do Setor, a partir do Diretório Setorial, para que essa organização eclesial possa responder à realidade da cidade e das paróquias da Região.

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